Campanha: Vivendo Bem Com Diabetes

A Associação de Diabetes Juvenil (ADJ) em parceria com a BD (empresa americana, líder global em tecnologia médica) deram início a campanha “Vivendo Bem Com a Diabetes”. Em outubro, eles lançaram o site http://www.vivendobemcomdiabetes.org.br com dicas sobre a diabetes e também para a divulgação de atividades.

O embaixador dessa campanha é o ator José Loreto, que tem diabetes tipo 1 há mais de 15 anos e aprendeu a viver bem com o diabetes. Inclusive, hoje (28), ele contou sobre como é sua vida com a diabetes na ADJ (fotos nesse link).

Matéria sobre bomba de insulina

Pela indicação de Alberto Madjer Vieira, publico essa matéria interessante sobre bomba de insulina:

“Após 10 anos de tratamento, portadora de diabetes controla níveis glicêmicos com mudança de terapia

Diabética tipo 2, Maria Nila sempre enfrentou problemas para controlar os níveis de glicose até o momento que adotou a bomba de insulina

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São Paulo, novembro de 2014 – No Dia Mundial do Diabetes, conheça o caso da portadora de diabetes mellitus tipo 2, Maria Nila, que após anos tendo dificuldade para controlar os níveis glicêmicos com a terapia tradicional – aplicação diárias de insulina por meio de injeções, aderiu ao uso da bomba de insulina como uma nova alternativa a fim de melhorar sua qualidade de vida e diminuir os riscos de desenvolver outras complicações. “Eu tinha muita dificuldade de controlar meus níveis de glicemia, mas, após alguns meses usando a bomba junto com meu médico, notamos um progresso significativo no meu tratamento. Inclusive, tenho tido mais flexibilidade na alimentação sem ter problemas de hipoglicemia”, pontua a dona de casa Maria Nila de 72 anos.

O exemplo da dona de casa ilustra os resultados de uma pesquisa divulgada recentemente pela publicação The Lancet, o OpT2mise.  O estudo, que acompanhou 331 pacientes portadores de diabetes tipo 2 não bem controlados (168 com CSII[1]/163 com MDI[2]), entre 30 e 75 anos, identificou uma melhora significativa no controle glicêmico com a bomba de insulina, que disponibiliza insulina em microdoses e fornece mais segurança ao paciente, em comparação com a terapia de injeção.

Para o Dr. Rodrigo Lamounier, endocrinologista do CDDH, Centro de Diabetes de Belo Horizonte, o mais interessante desse estudo foi saber que existe uma melhora no controle glicêmico sem episódios de hipoglicemia grave. Ainda foi possível notar que os pacientes usuários da bomba tiveram uma redução na dose total de insulina em mais de 20%.  “É bom saber que ao longo dos anos vamos descobrindo novos caminhos para tratar nossos pacientes, de uma forma mais eficiente e melhorando a qualidade de vida deles”, conclui o médico.

Assim como a dona de casa Maria Nila que ficou muito satisfeita com os resultados da bomba relacionados ao seu tratamento, os pacientes envolvidos no estudo que utilizaram a bomba não pensam em abrir mão da terapia. O resultado obtido, de melhor controle glicêmico, independe da idade, duração da diabetes, dos resultados dos testes cognitivos e acompanhamento de picadas de dedo.

O médico destaca que o caso da Maria Nila é um exemplo de sucesso, de que a tecnologia pode trazer enorme benefício em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e que idosos, quando bem motivados e treinados, podem se adaptar muito bem a este tipo de tratamento, como ocorre também, por exemplo, com crianças. “O principal bloqueio para aderir a novas terapias, sem dúvida, é a falta de informação e de contato com a tecnologia, que pode dar à pessoa que não conhece o tratamento a sensação de que é desconfortável ou que o uso contínuo da bomba de infusão de insulina conectada ao corpo 24 horas por dia limita a liberdade da pessoa. Na prática, o que ocorre é o contrário”, finaliza o especialista.

Abaixo o Dr. Rodrigo Nunes Lamounier explica a diferença entre o diabetes tipo 1 e 2.

Antes de discorrer a respeito da diferença entre o diabetes tipo 1 e 2, gostaria de esclarecer melhor a importância do pâncreas:

O pâncreas é o órgão responsável por produzir insulina, sendo que a insulina regula o metabolismo da glicose no sangue. A glicose é o combustível fundamental para o corpo, e é ela que fornece energia no decorrer do dia para cumprirmos nossas atividades diárias. No entanto, para que a glicose que está na corrente sanguínea entre nas células, é essencial a ação da insulina.

O que é Diabetes Tipo 1

Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Assim, com a destruição das células beta, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose aumenta no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o Diabetes Tipo 1, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença. O Diabetes Tipo 1 aparece, sobretudo, na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também, de qualquer idade. Pode ser tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.

O que é Diabetes Tipo 2

O Diabetes Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controlar a glicemia. Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças e adolescentes também podem apresentar. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de medicamentos e/ou insulina para controlar a glicose.

Sobre o Grupo de Diabetes da Medtronic

Medtronic está trabalhando em conjunto com a comunidade global para mudar a maneira como as pessoas controlam o diabetes. A empresa tem como objetivo transformar o cuidado do diabetes, expandindo o acesso, integrando cuidado e melhorando os resultados, para que as pessoas que vivem com doença possam desfrutar de maior liberdade e uma saúde melhor.

1 Bomba de Insulina

2 Terapia de Injeção”

Dia Mundial da Diabetes

Para quem não sabe, hoje (dia 14/11) é o dia mundial da diabetes. A data foi instituída pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1991, e conta com o reconhecimento e apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), que em dezembro de 2006 assinou uma Resolução reconhecendo o diabetes como uma doença crônica e de alto custo mundial.

Alguns monumentos em todo o Brasil são iluminados de azul, para representar o “Novembro Azul”. Como o Cristo, no RJ;  catedral de Brasília; monumento das bandeiras, em SP; entre outros…

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Esse dia incentiva a conscientização em relação ao diabetes. Mas e porque azul? E porque o símbolo é um círculo?

Para começar, a campanha para a Resolução das Nações Unidas sobre Diabetes é representada pelo círculo azul. A Federação Internacional de Diabetes (IDF), desde o início, buscou um símbolo que fosse simples e fácil de reproduzir. A ideia era de que até uma criança conseguisse desenhar com um giz de cera. Após essa ideia inicial, precisaram definir a forma e a cor do símbolo.

O significado do círculo é extremamente positivo. Nesse contexto, ele simboliza a união, uma vez que a comunidade se juntou para apoiar a Resolução.  O azul representa o céu e é a mesma cor da bandeira das Nações Unidas, que representa também a união entre os países.

Bom… depois de todas essas informações, o que tem feito nessa sexta azul? Compartilhe as suas experiências conosco!

Minha palestra na Agile Brazil!

Quarta, dia 5 de novembro, foi o dia da minha palestra sobre “UX para aumentar a liberdade de diabéticos”. Nela eu apresentei todo o processo de desenvolvimento do meu aplicativo “Diabetes Mais Doce” e ainda mostrei para a plateia que diabéticos podem sim comer doces e o porque disso.

No início da palestra eu perguntei ao público quantos diabéticos estavam lá, e fiquei um pouco surpresa. Não tinha UMA pessoa diabética na sala (além de mim). Pouco tempo depois do início, descobri que entrou um diabético. Após a palestra, descobri que ele entendia as motivações pelas quais comecei a desenvolver meu aplicativo e também me contou algumas coisas diferentes (pelo tipo de tratamento não ser igual). Gostaria de agradecê-lo (Pablo Bender), pois ele twittou sobre a minha palestra, além de divulgar junto o meu blog 🙂 Ahh, tenho que dar os créditos pela foto acima que ele publicou junto. Além do Pablo, no final da palestra muitas pessoas fizeram perguntas, interessadas tanto no aplicativo quanto na forma que eu o desenvolvi.

O que me deixou muito feliz, foi o pós-palestra, durante todo o evento, pessoas me paravam parabenizando pela palestra, dando sugestões, também tivemos várias ideias juntos (pretendo começar a fazer essas novas funcionalidades e estou abertas a novas ideias e críticas!). Gostaria de agradecer a todos por esse feedback, é isso que faz valer a pena todo o nervosismo pré-palestra (que aliás eu estava bastante nervosa), todo o tempo dedicado a fazer slides, pensar em o que falar e tudo o mais. É muito gratificante elogiarem o seu trabalho.

Os slides da minha palestra estão em: http://www.slideshare.net/fehbernardo/ux-para-aumentar-a-liberdade-de-diabticos-agile-brazil

Agradeço a presença de todos e também a todos que vieram conversar comigo 🙂